quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Como é bom sonhar!

Após dias de muita angústia, insatisfação, carência e mal estar psicológico, ontem entrei num tipo de catarse: muita culpa pelas palavras proferidas, pelas decisões tomadas, pelas escolhas feitas. UMa clareza de raciocínio me mostrando verdades que eu não gostaria de ver, que me trazem responsabilidades que não gostaria de asumir... Uma sensação que não me lembro de ter sentido antes... um aperto, como que uma dó, um pesar por diversos dos seres que circulam meu universo... Como se eu tivesse, em minhas relações, atacado todos eles, sido implacável em ações tolhedoras e/ou chantagistas. Catalisada por droguinhas cotidianas, o pesar tornou-se um sofrimento bem na boca do estômago e também no peito, principalmente no coração. Não consegui derramar uma lágrima. Somente me revirei na cama buscando uma posição onde essa sensação incomodasse menos.
As 06:30 da manhã consegui dormir. Comecei a ter sonhos bons, como que de um futuro legal, mais ensolarado, digamos. Um dia fresco, de brisa, em um dos meus lugares oníricos permanentes: abaixo da quadra onde moro, no meio do cerrado, virando uma rua lá em baixo, chegou no mar. É um mar inacessível, sem praia, quase que um cenário. Mas é um lindo cenário. Enfim, após acontecimentos gostosos, leves e silenciosos, eu começo a me movimentar com tamanha leveza, como que tendo a gravidade diminuido, e saio andando em uma rua cheia de verdes e flores, em pulinhos leves, lentos, cada vez mais leves... estou prestes a voar...
Acordo com a sensação de paz e leveza do sonho, a qual mantenho até o momento.

Essa noite eu sonhei com a esperança...

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